como mais um dia passa
aparentemente calmo
sem pressas se extingue
na delonga se esgaça
grita para ser salvo
surdo que nem finge
mudo de tom
fico sem som
arrefeço a mente
sofridamente
tu não vens
assim não me tens
recolho memórias
desfolho histórias
sonho dormente
vivo ausente
tu não vens
assim não me tens
esgravato caminho
sem pergaminho
ando ou corro
até salto o morro
tu não vens
assim não me tens
tropeço no medo
sinto desespero
solto amor
embato na dor
tu não vens
assim não me tens
queria te alcançar
poder abraçar
sentir-me vivo
sem estar perdido
tu não vens
assim não me tens
quinta-feira, 24 de maio de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
tu...
lutar...
viver...
ter esperança,
renascer!
onde está a força
que não vejo crescer
nasce e morre
antes de amanhecer
dias de vida
como sem querer
passam e passam
sem eu me aperceber
esperança e fé
tudo esmorece
entre pensamentos
tudo se esquece
como se volta
como se segue
entre esta revolta
que me persegue
faltas tu
que não apereces
uma flor
que não cresce
faltas tu
que nada dizes
entre silêncios
não somos felizes
falta tu
que sem eu saber
és a inspiração
do meu querer
és só ilusão
perdida no ar
se me deres a mão
eu consigo caminhar
viver...
ter esperança,
renascer!
onde está a força
que não vejo crescer
nasce e morre
antes de amanhecer
dias de vida
como sem querer
passam e passam
sem eu me aperceber
esperança e fé
tudo esmorece
entre pensamentos
tudo se esquece
como se volta
como se segue
entre esta revolta
que me persegue
faltas tu
que não apereces
uma flor
que não cresce
faltas tu
que nada dizes
entre silêncios
não somos felizes
falta tu
que sem eu saber
és a inspiração
do meu querer
és só ilusão
perdida no ar
se me deres a mão
eu consigo caminhar
sábado, 18 de fevereiro de 2012
sem resultado...
como se saí?
se não sabemos por onde entramos...
como se vai?
se não sabemos para onde vamos...
onde está o caminho
se não vemos o trilho
assim não vou chegar
por muito que andar
esta minha anemia
com gosto depressivo
trás a nostalgia
com ar arrependido
estou perto de ti
tenho-te no meu peito
ainda me olhas assim
mas eu não tenho jeito
a tua suavidade me embala
a tua voz me encanta
o teu ser feito do nada
é o aconchego de uma manta
com a mente em turbilhão
não consigo descançar
escrevo-te então
para poder acalmar
não te posso ver sofrer
e assim nada te digo
deixo o amor arrefecer
até ficar perdido
quanto tudo parece mau
e já nada faz sentido
venho depressa escrever
mesmo para não ser lido
eu preciso do amor
como se água fosse
resta-me esta dor
salgada e doce
se não sabemos por onde entramos...
como se vai?
se não sabemos para onde vamos...
onde está o caminho
se não vemos o trilho
assim não vou chegar
por muito que andar
esta minha anemia
com gosto depressivo
trás a nostalgia
com ar arrependido
estou perto de ti
tenho-te no meu peito
ainda me olhas assim
mas eu não tenho jeito
a tua suavidade me embala
a tua voz me encanta
o teu ser feito do nada
é o aconchego de uma manta
com a mente em turbilhão
não consigo descançar
escrevo-te então
para poder acalmar
não te posso ver sofrer
e assim nada te digo
deixo o amor arrefecer
até ficar perdido
quanto tudo parece mau
e já nada faz sentido
venho depressa escrever
mesmo para não ser lido
eu preciso do amor
como se água fosse
resta-me esta dor
salgada e doce
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
vai! antes de não conseguires partir...
já só me recordo
entre raios de sanidade
sempre que acordo
procuro a minha identidade
lembro a crueldade infantil
recordo a traição juvenil
evoco a afirmação adolescente
para esconder o passado recente
de tantos amigos que fiz
a nenhum resisti
porque a memória me diz
de todos eu desisti
aos amores eu me dei
sempre louco de paixão
esses eu guardei
como imagem de ilusão
resta esta solidão
amarga na boca
solta da mão
gesto de louca
parte solta
procura em vão
quantos virão
quantos se vão
resisto inerte
sem reação
penso sem pensar
vivo a pairar
resta-me entreter
até a noite chegar
canço a mente sem parar
luto para não me entregar
em cada noite de luar
tenho a esperança de voltar
não sei quem será
nem de onde virá
aguardo com calma
a chegada dessa alma
entre raios de sanidade
sempre que acordo
procuro a minha identidade
lembro a crueldade infantil
recordo a traição juvenil
evoco a afirmação adolescente
para esconder o passado recente
de tantos amigos que fiz
a nenhum resisti
porque a memória me diz
de todos eu desisti
aos amores eu me dei
sempre louco de paixão
esses eu guardei
como imagem de ilusão
resta esta solidão
amarga na boca
solta da mão
gesto de louca
parte solta
procura em vão
quantos virão
quantos se vão
resisto inerte
sem reação
penso sem pensar
vivo a pairar
resta-me entreter
até a noite chegar
canço a mente sem parar
luto para não me entregar
em cada noite de luar
tenho a esperança de voltar
não sei quem será
nem de onde virá
aguardo com calma
a chegada dessa alma
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
fugiste...
um dia de sol
que invade o inverno
torna o frio mole
faz o amor eterno
em cada passo
encontro enbaraço
porquê andar
se não sei voltar
nunca me entendi
como posso perceber
no reflexo eu vi
a sombra a crescer
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
perdido...
quando chegas
quanto vou esperar
é um desespero
esta espera para amar
dentro deste nevoeiro
vislumbro o horizonte
certo que lá no meio
pela luz te encontre
recolho imagens
escondidas na minha mente
nestas longas caminhadas
viajo lentamente
não sei o que pode vir
nem sei para onde vou
apenas deixo sair
quem voltou
um amargo de boca
um pensamento transviado
uma raiva louca
deste meu passado
no meio do desejo
me perco na beleza
assim me vejo
rodeado de tristeza
tantos sons me absorvem
meus pensamentos me consomem
deixo o amor partir
deixo o coração dormir
quanto vou esperar
é um desespero
esta espera para amar
dentro deste nevoeiro
vislumbro o horizonte
certo que lá no meio
pela luz te encontre
recolho imagens
escondidas na minha mente
nestas longas caminhadas
viajo lentamente
não sei o que pode vir
nem sei para onde vou
apenas deixo sair
quem voltou
um amargo de boca
um pensamento transviado
uma raiva louca
deste meu passado
no meio do desejo
me perco na beleza
assim me vejo
rodeado de tristeza
tantos sons me absorvem
meus pensamentos me consomem
deixo o amor partir
deixo o coração dormir
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
quando o amor não chega...
não basta querer
existe o sentir
até pode parecer
e não existir
por tanto desejar
e estar pronto a dar
quando vou a chegar
só quero regressar
não basta o aconchego
não chega o conforto
quando o desejo é amorfo
quando o caminho é torto
não posso ficar
deixar crescer a ilusão
só para não magoar
um dia vem a negação
talvez seja o destino
não posso sonhar
talvez não faça sentido
mas assim não sei amar
entre a dedicação
e o esforço
não nasce a flor
não brota o amor
tu sempre sentiste
e foste tentando
e eu não resisti
e fui deixando
mas sem um caminho
fico neste cantinho
triste com a tristeza
certo desta certeza
existe o sentir
até pode parecer
e não existir
por tanto desejar
e estar pronto a dar
quando vou a chegar
só quero regressar
não basta o aconchego
não chega o conforto
quando o desejo é amorfo
quando o caminho é torto
não posso ficar
deixar crescer a ilusão
só para não magoar
um dia vem a negação
talvez seja o destino
não posso sonhar
talvez não faça sentido
mas assim não sei amar
entre a dedicação
e o esforço
não nasce a flor
não brota o amor
tu sempre sentiste
e foste tentando
e eu não resisti
e fui deixando
mas sem um caminho
fico neste cantinho
triste com a tristeza
certo desta certeza
Subscrever:
Mensagens (Atom)